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VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

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©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Editorial

ST13 Sexualidade e Género[ Voltar às Áreas ]

Mesa nº 5 - Sexualidade, afectos e sociabilidades[ Voltar às Mesas ]

  • PAP1432 - TURISMO SEXUAL NA CIDADE DE FORTALEZA - A DINÂMICA, O COMBATE E A REPRODUÇÃO DOS ESTIGMAS.
    Resumo de PAP1432 - TURISMO SEXUAL NA CIDADE DE FORTALEZA - A DINÂMICA, O COMBATE E A REPRODUÇÃO DOS ESTIGMAS. 
    • RODRIGUES, Rosana Lima CV de RODRIGUES, Rosana Lima
    • PAP1432 - TURISMO SEXUAL NA CIDADE DE FORTALEZA - A DINÂMICA, O COMBATE E A REPRODUÇÃO DOS ESTIGMAS.

      Fortaleza, capital do estado do Ceará, situada no Nordeste do Brasil, é considerada uma das cidades com maior afluência de turistas no Brasil, dentro do circuito chamado de turismo sexual, desde a década de 90 com aumento considerável após os anos 2000. Comumente associado à prostituição, e por conta dela, combatido pelo estado e “mal visto” aos olhos da população em geral, o turismo sexual envolve uma complexa rede de relações sociais, sobretudo aquelas envolvidas pelos marcadores de diferença de gênero. É dentro desse cenário que iremos aproximar o olhar nessa dinâmica, apenas recentemente analisada pela academia. Muito embora Fortaleza seja inegavelmente uma cidade-palco do chamado “turismo sexual”, com considerável aumento no número de turistas do sexo masculino que vem à Fortaleza anualmente, oriundos, sobretudo da Europa, majoritariamente italianos e portugueses, acreditamos que esta cidade seja também palco do chamado “turismo afetivo”, um fenômeno que tem dentre os seus protagonistas, o chamado “turista sexual”, ou “grigo” (homem heterossexual vindo do estrangeiro), e a “nativa” (mulher heterossexual residente em Fortaleza). O chamado turismo afetivo possui características e consequências diferentes da forma como comumente é visto o “turismo sexual”, muito embora sua dinâmica dê-se também no mesmo cenário de bares, boites e praias onde se dão os encontros dos “gringos” e das “nativas”. Essas mulheres ditas nativas, segundo recentes estudos anteriores, não são necessariamente oriundas de uma classe social homogênea, nem todas estão inclusas nos mais baixos estratos de pobreza da cidade, não necessariamente se prostituem, e sua entrada no mercado matrimonial local que visa o homem estrangeiro, não têm como único estímulo a busca por melhores condições de vida através do casamento com um turista estrangeiro. Há que se levar em conta os novos arranjos e negociações íntimas entre o “masculino” e “feminino”, a partir das mudanças ocorridas com a inserção da mulher no mercado de trabalho. Muito embora não prescinda necessariamente de interesse monetário, os estímulos e interesses que levam algumas mulheres, estigmatizadas, como “nativas” em busca de “gringos”, são estímulos e interesses também de ordem mais subjetiva, não exclusivamente financeira, e que caracterizam os sujeitos do chamado mundo pós-moderno. Pensar o turismo sexual como objeto acadêmico é adentrar em terreno complexo, não apenas pela escassez de estudos, mas, sobretudo pelos estigmas reproduzidos pelos órgãos que trabalham no seu combate, e que geralmente não levam em conta as mudanças provocadas pela pós-modernidade nas relações de gênero e nos novos acordos sexuais feitos num contexto onde estão presentes prostituição, romance, pobreza, exploração sexual infantil e interesses comerciais dos diversos ramos de negócios que envolvem o turismo como um todo.
  • ROSANA LIMA RODRIGUES é socióloga, possui mestrado em Relações de Trabalho, Desigualdades Sociais e Sindicalismo pela Universidade de Coimbra - Portugal. Doutoranda em sociologia pela Universidade Federal do Ceará. Atualmente pesquisando sobre as seguintes temáticas: gênero, prostituição, turismo sexual e recursos humanos em saúde.
  • PAP1240 - Vamos fritar ?! : Por uma etnografia urbana em espaços de sociabilidade homossexual de Belém, Pará.
    Resumo de PAP1240 - Vamos fritar ?! : Por uma etnografia urbana em espaços de sociabilidade homossexual de Belém, Pará. 
    •  REIS, Ramon CV - Não disponível 
    • PAP1240 - Vamos fritar ?! : Por uma etnografia urbana em espaços de sociabilidade homossexual de Belém, Pará.

      Procuro compreender como se dá a dinâmica das sociabilidades entre homens homossexuais, dentro de duas boites GLS de Belém: Lux e Malícia. Enquanto problemática, questiono-me se o fato de um homem homossexual freqüentar algum desses lugares é relevante, ou não, na busca por parceiros. Utilizo, para compor análises interseccionais, alguns recortes, por exemplo, de: geração (idade), classe, “raça” (cor da pele) e performance de gênero, procurando entender de que modo influenciam nas escolhas, expectativas e trajetos: dificultando, facilitando, limitando ou abrindo possibilidades ao estabelecimento de relações entre homens homossexuais. Busca-se, a partir de uma etnografia da intimidade, conversar informalmente com os entrevistados, dentro das boites e, após o consentimento destes, a entrevista, propriamente dita, com aplicação de roteiro semi-estruturado, é realizada em um momento oportuno. A escolha dos entrevistados partiu do que chamei de grau de variação sócio-cultural: “negros”, “brancos”, de classes sociais distintas, velhos, novos, com performance masculina, com performance feminina, entre outras palavras, a intenção foi abarcar a maior diversidade de pessoas: moradores de bairros centrais ou periféricos, que consumissem produtos distintos, com grau de escolaridade variado, possuidores de comportamentos múltiplos e que estivessem em diversas fases da vida. A guisa de finalizações, o que se pode perceber é a não-dicotomização - ficar ou namorar? - por meio das interações dentro das boites supracitadas; por maior que seja o interesse em estabelecer vínculos maiores de afeto, sexo etc., contudo, no ambiente interno existem outros pontos de destaque: encontrar amigos, participar de festas temáticas, diversão, música, ambiente, pessoas, etc.
  • PAP0959 - Gays em busca de cidadania no Rio de Janeiro: controvérsias e avanços
    Resumo de PAP0959 - Gays em busca de cidadania no Rio de Janeiro: controvérsias e avanços PAP0959 - Gays em busca de cidadania no Rio de Janeiro: controvérsias e avanços
    •  PESSANHA , Fábio CV - Não disponível 
    • PAP0959 - Gays em busca de cidadania no Rio de Janeiro: controvérsias e avanços

      Nosso trabalho pretende demonstrar que os homossexuais freqüentadores do trecho da Praia de Ipanema em frente às ruas Farme de Amoedo e Teixeira de Mello, na cidade do Rio deJaneiro, buscam afirmar sua cidadania. Nesse local é freqüente o hasteamento da bandeira do arco-íris símbolo do movimento homossexual no Brasil e no mundo. Nele pode-se observar também comportamentos e atitudes denunciadoras da condição homossexual desses freqüentadores. Por isso, buscamos pensar tal espaço como lócus de afirmação da identidade e da luta política homossexual, bem como identificar alguns valores (de gênero, sexo e cidadania), compartilhados pelos freqüentadores do referido espaço da praia de Ipanema. Para isso, realizamos entrevistas e pesquisa de campo no local. Do ponto de vista teórico nos estribaremos nos textos de Daniel Welzer-Lang, Pierre Bourdieu e Elisabeth Badinter. Dessa forma, a pesquisa , pretendeu demonstrar que os homossexuais freqüentadores do trecho da Praia de Ipanema em frente às ruas Farme de Amoedo e Teixeira de Mello buscam afirmar sua cidadania. Para isso, consideramos que a demonstração pública de sua orientação sexual é uma estratégia de luta política em prol da mesma. Tal estratégia de luta que, em um primeiro momento pode parecer limitada, tem, porém repercussões nacionais e internacionais contribuindo dessa forma para o avanço das lutas dos homossexuais.Consideramos em nossas reflexões que o trecho da praia de Ipanema, em análise neste trabalho, é um lócus importantíssimo da luta política homossexual, para dar visibilidade pública a homossexualidade como possibilidade fora dos parâmetros heterossexuais e também para reafirmar os pressupostos básicos da homossexualidade como uma condição possível. Nossa afirmação se legitima quando analisamos o resultado da pesquisa realizada pelas fundações, Perseu Abramo e Rosa Luxemburgo, sobre o preconceito e a intolerância da população brasileira contra homossexuais. Nessa pesquisa foram entrevistados 2.014 brasileiros em 150 cidades. Os dados coligidos demonstram que 99% da população brasileira tem preconceito contra homossexuais. Os resultados da pesquisa foram classificados em dois blocos: o dos indivíduos que assumiram não gostar de gays, lésbicas e travestis ou transexuais somando 29% dos entrevistados. Estes consideram os homossexuais como safados, sem caráter e doentes. E o dos que possuem o preco
  • PAP0567 - O PAPEL DA SEXUALIDADE NOS PERCURSOS DE FORMAÇÃO DOS CASAIS COABITANTES: GÉNERO, MUDANÇAS GERACIONAIS E CONTEXTOS SOCIAIS
    Resumo de PAP0567 - O PAPEL DA SEXUALIDADE NOS  PERCURSOS DE FORMAÇÃO DOS CASAIS COABITANTES: GÉNERO, MUDANÇAS GERACIONAIS E CONTEXTOS SOCIAIS PAP0567 - O PAPEL DA SEXUALIDADE NOS  PERCURSOS DE FORMAÇÃO DOS CASAIS COABITANTES: GÉNERO, MUDANÇAS GERACIONAIS E CONTEXTOS SOCIAIS
    • SANTOS, Filomena Matias dos CV de SANTOS, Filomena Matias dos
    • PAP0567 - O PAPEL DA SEXUALIDADE NOS PERCURSOS DE FORMAÇÃO DOS CASAIS COABITANTES: GÉNERO, MUDANÇAS GERACIONAIS E CONTEXTOS SOCIAIS

      A coabitação conjugal, quer como opção transitória, quer como alternativa ao casamento, faz parte de um movimento modernista de formação progressiva do casal e da família (Aboim, 2005; Bozon, 1991; Kaufmann, 1993) em que, por um lado, o início do relacionamento sexual quase sempre coincidente com o começo do namoro e, por outro, a transição para uma vivência a dois sob o mesmo tecto deixam de representar fronteiras perfeitamente definidas. As linhas divisórias entre o «antes» e o «depois» surgem, do ponto de vista sujectivo, cada vez mais diluídas. A coabitação, de acordo com uma interpretação modernista do fenómeno, estaria assim profundamente implicada no processo de individualização da vida familiar (Beck e Beck-Gernsheim, 1995), tornando-a cada vez mais privada e flexível de acordo com a diversidade de escolhas, trajectórias e biografias individuais. Num contexto de crescente desconexão entre sexualidade e casamento, sexualidade e procriação, conjugalidade e casamento, parentalidade e casamento (Giddens, 1992), alguns autores interrogam-se sobre a própria noção de conjugalidade e as suas fronteiras (Kaufmann, 1993; Singly, 1996). Quando começa um casal? O início do relacionamento sexual como acontecimento marcante na formação dos casais substitui, hoje, o papel outrora desempenhado pelo casamento? Quando é que os homens e as mulheres sentem que fazem parte de um casal? Antes ou depois de irem viver juntos? É necessário viver junto para se ter uma relação conjugal? Neste debate, a própria definição de «coabitação» e de «casal» é problemática. Os casais pesquisados, residentes, na sua maioria, na região da Grande Lisboa, com diferentes percursos conjugais, com filhos e sem filhos, de diferentes idades e contextos sociais de classe, têm em comum o facto de terem iniciado uma primeira ou segunda conjugalidade de modo informal. Para os coabitantes, apesar da diversidade de trajectórias individuais, situações conjugais, contextos e significados associados à coabitação, o casamento deixou de ser o acto fundador do casal, ritual de passagem para a vida sexual, conjugal e familiar. Esta comunicação explora alguns dos resultados obtidos através de 48 entrevistas em profundidade que fazem parte de uma investigação mais ampla concluída em 2007 no âmbito de uma dissertação de doutoramento sobre a coabitação conjugal na sociedade portuguesa. Mais especificamente, foca o papel das primeiras vivências e modos de encarar a sexualidade nos percursos de formação dos casais coabitantes, procurando reflectir acerca da importância de algumas variáveis como a classe social, o género, os percursos biográficos mas também a religião, a componente de ruralidade presente em algumas famílias a residir em meio urbano e a pressão social exercida pelas gerações mais velhas sobre os jovens casais, de modo a compreender, em particular, as mudanças e continuidades face à sexualidade e às relações de género.
  • Filomena Santos, 49 anos, dois filhos, actualmente a viver na Covilhã onde trabalha como docente na Universidade da Beira Interior. Licenciada e Mestre em Sociologia pelo ISCTE, concluiu o doutoramento na UBI em 2008. Os seus principais interesses de investigação incidem na área da Família, Sexualidade e Género. O trabalho que conduziu à dissertação de doutoramento, e que teve como principal objectivo mostrar a diversidade dos significados e contextos das experiências de coabitação na sociedade portuguesa, chegou a uma tipologia de oito perfis: a coabitação moderna, de transgressão, de experimentação, de noivado, circunstancial, masculina, de tradição e instável (Cf. Santos, Filomena (2008), Sem Cerimónia nem Papéis – um estudo sobre as uniões de facto em Portugal, Universidade da Beira Interior. Disponível: http://ubithesis.ubi.pt//hdl.handle.net/10400.6/654; Santos, F. (2012). Perfis de Coabitação em Portugal. Forum Sociológico, 21 (II Série, 2011), 117-126).
  • PAP0372 - Homossexualidade Feminina no Cárcere: estratégias e (re)configurações de gênero como forma de sobrevivência.
    Resumo de PAP0372 - Homossexualidade Feminina no Cárcere: estratégias e (re)configurações  de gênero como forma de sobrevivência. 
    •  FRANCISCO, Renata de Souza CV - Não disponível 
    •  SILVA, Marusa Bocafoli da CV - Não disponível 
    • PAP0372 - Homossexualidade Feminina no Cárcere: estratégias e (re)configurações de gênero como forma de sobrevivência.

      O presente trabalho, tem como objetivo mostrar/desnudar quais são as estratégias e as (re)configurações de gênero que as detentas fazem uso no cárcere como forma de sobrevivência. Que a travestilidade feminina é uma forma de conseguir poder, estabelecer respeito e manter a segurança bem como de conseguir privilégios que a nossa sociedade reserva exclusivamente aos homens. Que por baixo das roupas masculinas está encoberto interesses materiais e simbólicos. Assim, mostrar que mesmo as relações homossexuais reproduzem a ordem de gênero marcando a permanência do padrão heterocêntrico, bem como da dominação masculina. O trabalho tem como ponto central identificar quais os fatores que levam as mulheres presas a estabelecerem relações homossexuais umas com as outras quando encarceradas.
  • PAP0107 - Sexualidade Lúdica em Contexto Turístico: O Caso da Concentração Motard de Faro
    Resumo de PAP0107 - Sexualidade Lúdica em Contexto Turístico: O Caso da Concentração Motard de Faro 
    •  LANÇA, Milene CV - Não disponível 
    •  CORREIA, Antónia CV - Não disponível 
    •  COELHO, Bernardo CV - Não disponível 
    • PAP0107 - Sexualidade Lúdica em Contexto Turístico: O Caso da Concentração Motard de Faro

      O sexo e o romance fazem parte da vida quotidiana, mas tendem a ser mais proeminentes durante as férias. O turismo também faz parte das necessidades humanas e representa uma ruptura com a rotina do dia-a-dia. A relação entre turismo, sexo e romance tem sido estudada ao longo dos anos, permitindo uma maior compreensão do que motiva os turistas. No entanto, um consenso sobre o efeito moderador do sexo e do romance sobre a decisão de viajar ainda não existe. O ambiente também é uma variável importante para activar estes prazeres. Esse é o motivo pelo qual esta pesquisa incide sobre um evento lúdico onde a liberdade e os shows eróticos podem contribuir para atrair turistas, cujas principais motivações são o sexo e o romance. Com efeito, este estudo pretende analisar o tipo de prazeres que os turistas procuram quando decidem participar na Concentração Motard de Faro. Recorrendo aos mixing methods, foi aplicado numa primeira fase um questionário a uma amostra representativa de 449 turistas nacionais e estrangeiros. O questionário tem 26 questões derivadas da literatura sobre motivações e atitudes dos turistas, especialmente focadas nos comportamentos sexuais em férias e durante o evento. Para validar esta recolha de dados, foram realizadas na segunda fase 18 entrevistas em profundidade (16 a motards e duas a informantes privilegiados). Os resultados desta investigação sugerem que os visitantes da Concentração Motard de Faro não têm os mesmos comportamentos em férias. Distinguem-se dois clusters: um viaja com motivações sexuais/românticas e o outro viaja com motivações de diversão/socialização. Os resultados sugerem também que os comportamentos dos turistas dependem do género, levantando pistas importantes para a análise sociológica, nomeadamente sobre a relação entre género e sexualidade. Além disso, os comportamentos em férias não diferem dos que são adoptados no evento, significando que o sentido de fuga/evasão contribui mais do que o ambiente para a ocorrência de relações sexuais ou românticas. Finalmente, este estudo defende que quem viaja com motivações sexuais/românticas avalia o destino de forma mais positiva e apresenta uma maior intenção de retorno. Além disso, o evento não contribui directamente para melhorar as relações estabelecidas, sendo esta a consequência de um desejo intrínseco.